Vladimir Safatle

Brazilian philosopher, psychoanalyst and professor at the University of São Paulo (USP), known for work on contemporary continental philosophy, Marxism, psychoanalysis and for his role as a public intellectual.

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  1. 1. A Esquerda Que Não Teme Dizer Seu Nome

    Uma reflexão crítica e acessível sobre as dificuldades e possibilidades da esquerda contemporânea, que diagnostica a crise de representação, questiona concessões tecnocráticas e propõe resgatar uma política explícita de classe e emancipatória; combina análise teórica com olhares sobre movimentos sociais, democracia e cultura para defender a necessidade de rearticular um projeto político que não tema se identificar como à esquerda e que recupere a capacidade de disputar hegemonia contra o avanço do neoliberalismo e do conservadorismo.

  2. 3. Neoliberalismo Como Gestão Do Sofrimento Psíquico

    Analisa como o neoliberalismo reorganiza a vida psíquica, transformando sofrimentos coletivos em problemas individuais e promovendo a responsibilização, a psicologização e a lógica de auto‑otimização que naturalizam precariedade, ansiedade e depressão. Mostra como discursos terapêuticos, gerenciais e meritocráticos neutralizam a dimensão política do sofrimento, convertendo críticas sociais em demandas por adaptação e desempenho, e como instituições e mercados lucram com a gestão emocional. Denuncia essa captura do sofrimento por mecanismos econômicos e culturais e aponta para a necessidade de reativar práticas coletivas e políticas que recuperem sentido público e solidariedade.

  3. 5. O Circuito Dos Afetos

    Analisa os modos pelos quais os afetos são produzidos, modulados e circulam na sociedade contemporânea, combinando psicanálise, filosofia e teoria crítica para mostrar como regimes de poder — entre mídia, mercado e instituições políticas — moldam emoções como medo, ódio, vergonha e desejo; argumenta que essa engenharia afetiva sustenta formas de dominação e exclusão, mas também abre possibilidades de dissenso, propondo recuperar a dimensão coletiva dos sentimentos e reinventar práticas políticas orientadas por outros circuitos afetivos.