A Salvação Do Belo by Byung-Chul Han

Sustenta que a beleza corre risco numa cultura dominada pela eficiência, pela exposição e pelo consumo, que a reduz a mera aparência disponível para uso e optimização; é preciso resgatá‑la recorrendo a silêncio, distância, contemplação e experiência negativa — elementos que permitem estranhamento, profundidade e resistência ao imperativo performativo — porque a beleza verdadeira não se deixa reduzir a funcionalidade nem a imediata gratificação, exigindo ritmos mais lentos, limites e formas de resistência contra a lógica mercantilizadora.