Byung-Chul Han
South Korean-born German philosopher and cultural theorist known for books on neoliberalism, digital culture and contemporary subjectivity (e.g., The Burnout Society, Psychopolitics, The Transparency Society).
Books
This list of books are ONLY the books that have been ranked on the lists that are aggregated on this site. This is not a comprehensive list of all books by this author.
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1. La Expulsión De Lo Distinto
Gesellschaft, Wahrnehmung und Kommunikation heute
Realiza un diagnóstico de la sociedad contemporánea mostrando cómo, bajo el empuje del neoliberalismo, la cultura digital y la exigencia de transparencia, lo distinto es expulsado y la alteridad se reduce a una proyección semejante; esa homogeneización erosiona el diálogo y la dimensión ética y política del encuentro, favoreciendo relaciones de consumo, autoexplotación y mecanismos algorítmicos que intensifican el narcisismo, el aislamiento y la indiferencia, con consecuencias profundas para la vida comunitaria y la posibilidad misma de pensar la diferencia.
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2. Louvor à Terra
A concise philosophical plea that diagnoses how modern technology, productivity and anthropocentric thinking have estranged humans from the world, arguing for a revived stance of humility, reverence and care toward the earth. The book critiques the neoliberal focus on efficiency and transparency for eroding ritual, silence and attentiveness, and it urges a restoration of practices that honor natural cycles, foster reciprocity with nonhuman life, and re-enchant everyday dwelling. Through crisp cultural analysis and ethical appeal, it calls for a shift from domination to stewardship and from consumption to gratitude as a path out of ecological and existential impoverishment.
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3. Infocracia
Digitalisierung und die Krise der Demokratie
A philosophical critique of how the digital circulation of data and attention has become a new form of political power: algorithmic visibility, metric-driven evaluation, and datafication supplant institutions and deliberative public life, producing governance by nudges, personalization, and surveillance rather than by law or debate. The work argues that the attention economy and constant transparency erode privacy, fragment solidarity, encourage performative conformity, and undermine genuine plurality and democratic agency even as they promise efficiency, participation, and control.
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4. Capitalismo E Impulso De Morte
Argumenta que o capitalismo contemporâneo ativa um impulso de morte: em vez de reprimir tendências autodestrutivas, o sistema as canaliza por meio da autoexploração, da hiperprodutividade e da digitalização, transformando sujeitos em processos de trabalho que se esgotam. A lógica neoliberal elimina o outro e os laços coletivos, substituindo-os por competição, autocontrole e otimização incessante, o que alimenta depressão, burnout e formas de necrofilia social — uma cultura que consome vida em nome da produtividade. Ao integrar conceitos psicanalíticos e sociológicos, defende que a superação passa por restaurar o Eros, a alteridade e modos de convivência que não reduzam o humano a capital.
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5. A Sociedade Paliativa
O livro analisa como a sociedade contemporânea converte dor, conflito e negatividade em problemas a serem domados por medidas paliativas — terapias, segurança e gestão de risco — o que acaba anulando a capacidade de resistência e o espaço público crítico. Ao privilegiar o alívio imediato e a preservação do conforto, essa lógica produz fragilidade, apatia política e uma existência orientada ao consumo e à manutenção do status quo, evitando confrontos e decisões coletivas necessárias para mudanças. O autor alerta que a administração tecnocrática da vida substitui a experiência transformadora do sofrimento por uma cultura de mitigação que empobrece a vida política e histórica.
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6. A Salvação Do Belo
Sustenta que a beleza corre risco numa cultura dominada pela eficiência, pela exposição e pelo consumo, que a reduz a mera aparência disponível para uso e optimização; é preciso resgatá‑la recorrendo a silêncio, distância, contemplação e experiência negativa — elementos que permitem estranhamento, profundidade e resistência ao imperativo performativo — porque a beleza verdadeira não se deixa reduzir a funcionalidade nem a imediata gratificação, exigindo ritmos mais lentos, limites e formas de resistência contra a lógica mercantilizadora.
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7. Topologia Da Violência
Analisa a transformação da violência na modernidade, mostrando como ela deixou de ser sobretudo física e espetacular para operar como uma violência difusa, "positiva" e sem sujeito — uma microfísica do poder que atua por meio da autoexploração, da transparência compulsória, dos algoritmos e da precarização, e que se manifesta em formas como esgotamento, depressão e anestesia relacional. Ao contrastar a violência soberana e disciplinar com essa topologia líquida e impalpável, aponta que o capitalismo neoliberal produz sujeitos que se autoimponham metas, internalizam a coerção e tornam-se agentes da própria destruição, tornando mais difícil nomear e enfrentar a agressão política. Discute também como a perda da alteridade e a exigência de total transparência corroem o espaço público e o laço social, e sugere a necessidade de recuperar a negatividade, a distância e o reconhecimento do outro como condições mínimas para uma resistência democrática.
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8. Psicopolítica
Neoliberalismus und die neuen Machttechniken
A concise philosophical critique arguing that contemporary power operates through psychopolitics—a mode of governance that exploits freedom, positivity, and the imperative to self-optimize to produce self-exploiting subjects. Instead of overt coercion, it uses digital surveillance, data-driven recommendation, and the commercialization of attention to internalize control, turning individuals into entrepreneurs of themselves and generating pathologies such as burnout, depression, and anxiety. The effect is a depoliticized society in which transparency, performance, and the cult of positivity undermine solidarity and collective resistance.
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9. En El Enjambre
Ansichten des Digitalen
The book analyzes how digital networks have transformed social life into a dispersed “swarm” of exposed, atomized subjects whose interactions are governed by algorithms, likes and viral dynamics; transparency becomes coercive, privacy evaporates, and attention is commodified. It argues that the collapse of distance and negativity—along with the erosion of symbolic mediation and genuine otherness—turns politics and discourse into affective contagion and opinion markets, while recommendation systems and datafication produce conformity through positive feedback. Ultimately, this soft power of the swarm undermines critical dissent, agency and the conditions for meaningful resistance.
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10. La Agonía Del Eros
Sostiene que la transparencia, la inmediatez y la lógica del rendimiento en la sociedad contemporánea han corroído la experiencia erótica: lo que necesita distancia, misterio y negatividad para brotar se ve sustituido por exhibición, optimización y consumo. La comunicación digital y la cultura del yo convierten el deseo en impulso manejable y la relación en proyecto, destruyendo la tensión, el riesgo y la alteridad que hacen del amor algo transformador. Propone, como respuesta, recuperar la espera, la renuncia, el silencio y el respeto a la diferencia y la fragilidad del otro para reavivar el eros.
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11. Non Things
Contending that contemporary digital and consumer cultures have reduced objects to interchangeable data and mere use-values, the book diagnoses a loss of presence, singularity, and relational depth in material life and argues for reclaiming a mode of attention that preserves the ‘thingness’ of things: a tactility, silence, and contemplative relation that resists commodification and restores aesthetic and ethical meaning to everyday objects and practices.
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